Edições de Outubro

REVISTA #7 - YELLOW SUBMARINE Este mês o tema é cult e retrô, embora também seja meio drogado, hipie e alegre. Do fundo da ansiedade do nosso amigo Abel Pedro surgiu este tema para nos propiciar não apenas a nostalgia mas o desafio artístico de alcançar de alguma forma uma lógica entre submarinos, a cor amarela, e qualquer outra coisa! Desta vez inauguramos uma sessão de entrevista com chave de ouro. Se está curioso, demorou pra abrir a revista! Participantes:
Abel Pedro
Anderson Santos
Emerson Lopes
Fabio Dino
Fex
Jack da Cléo
Rafael Dourado
Rafael Menicucci
Renan Ribeiro
WCCAST #7 - MONETIZAÇÃO Nesta edição três grandes convidados e seus microfones saturados, contando sobre seus séculos de carreira nos quadrinho da web e como é fácil conseguir dinheiro desenhando seu conteúdo próprio! Convidados:
Rafael Dourado
Vitor Linjardi
Wesley Samp
Participantes:
Abel Pedro
Jack da Cléo
Solon Maia
Referências:

5 comentários:

  1. Pô, gostei da homenagem aos Beatles da galera, gostei da entrevista com a Marina, só não gostei que de comentário até agora só tem o meu. Será que só eu tenho alguma opinião por aqui nesta edição?

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  2. Devo dizer, como deve ter ficado óbvio pela minha tira, que não tenho intimidade com este tema, por isso fiquei meio sem saber o que dizer da revista.

    Gostei da introdução desta seção de entrevista, achei que traz um certo prestígio a participação de quadrinistas renomados e outros apaixonados pelo tema quadrinhos.

    A primeira história, do Emerson Lopes, eu achei particularmente primorosa.

    Vou ouvir o podcast quando puder, daí eu posto de novo. rs

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  3. O Monteiro Lobato usava muito o termo breca na expressão "levou a breca", que no popular significa "se fud..."

    Teve uma tira específica no Os Levados da Breca logo antes de estrarem os primeiro adultos, não? Do Wes olhando o fundo branco e cogitando fazer coisas novas. Acho que o Bill Waterson aprovaria estas mudanças com o pessoal adulto. ^^

    Meu, Dourado, cadê sua autoestima, rapaz?! Tem noção do quão herói da resistência tu é de publicar na internet por 13 anos?!

    Cara, eu acho "Minja" um nome genial! Bom, já sabemos que eles são de Pulo do Salto... e eu concordo com Abel (?), o lance do Homem Sapo ficou bem legal! rsrs

    Sapo Pemba!!!! Não acredito! Hahahahahahahahahahahahahahahah!!!! Eu juro que pensei um trem semelhante (que coloquei no Facebook) sem saber desse lance do Sapo Bros. Minha mulher morou muitos anos lá (explica pros ouvintes, seus vardomiros! Pode ter gente ouvindo da Indonésia que não vai entender a piada... rs); em Minas, "pemba" é capeta, então eu fiz tipo um sapo demoníaco, mas não tive coragem de postar no site, então deixei na fanpage. Puxa vida, olha eu copiando sem saber.

    Da vida pregressa dos Sapos, tem também aquela sequência do "sapo selvagem", que vive no mato, anda de toalha e odeia o Homem Sapo...

    Ê, Marçal... ê Marçal!!

    Sobre esta questão da maturidade do trabalho, tem um outro lado também: o do que é simplesmente ruim mesmo. Eu sempre bato nessa tecla, mas esse negócio de internet facilita demais a publicação de material. Tenho certeza que não temos tão mais quadrinistas aspirantes hoje que há dez ou quinze anos. O que temos é uma profusão destes que, anteriormente, ou desistiam antes mesmo de começar e só ficavam no caderno de desenho, ou se ralavam pra xerocopiar meia grosa de fanzines e depois desistia, ou permaneciam no ramo com fé e força e ajuda financeira da família até conseguirem alguma projeção. Mas era uma pusta peneira. Hoje o filtro é outro: se destacar na multidão. É basicamente a mesma coisa, só que agora você vê o trabalho de todo mundo. Tem muita coisa boa sendo publicada, mas sites bons como um todo são poucos.

    A internet não tem um editor ou um caça-talentos pra virar pra um fulano que leva um trabalho pra ele e dizer: "Olha, meu filho, procura outra coisa pra fazer porque você não leva jeito pra isso." Então, fica muito bom praquele cara que não tem jeito de maketeiro e não sabe vender seu produto publicar, mas fica difícil pra ele se destacar. Tá aí um monte de gente criativa, que estuda, pensa e tenta adicionar algo de novo e de próprio ao universo das HQs, mas que ficam perdidos no meios dos memes (eu sei que é ragecomics, mas eu não me sinto na obrigação de respeitar nome de um negócio sem qualquer originalidade), dos bonequinhos de pauzinho se matando, das quadrinizações de piada velha... E qual cidadão normal, que tem um outro trabalho pra se manter, uma namorada/esposa/tico-tico-no-fubá pra dar atenção e um monte de outras atividades vai conseguir competir com um moleque superestimulado que faz cinco tiras em meia hora e posta tudo diariamente? É, é um trabalho ingrato, e é por isso que eu admiro tanto os webquadrinistas de verdade. Espero sinceramente que esta geração esteja abrindo caminho para fundamentar este meio democrático como forma legítima de divulgação e manutenção destes artistas.

    Sobre questão da divulgação, tem um fator que costuma ser comum em relatos de vários sites de quadrinhos que têm grande número de acessos: às vezes você acerta NAQUELA tirinha, de repente você chama atenção de um site como o Jacaré Banguela, Chongas, Testosterona, tornar-se um viral em redes sociais, etc, que agem como multiplicadores muito forte... e é aí que seu site tem que estar bom, porque eles vão olhar A tirinha, e depois olharão as outras. Se estiver ruim o material, você acabou de perder uma super oportunidade.

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  4. O Carlos Ruas é referência porque ele conseguiu trilhar o caminho das pedras. Ele saiu da mídia virtual pra mídia impressa, que é a exceção; a regra de um quadrinista bem sucedido é um cara que trabalha na imprensa comum e que publica na internet pra não ficar fora da onda (por quadrinista bem sucedido entenda-se: um que consiga viver de quadrinhos). Ele vem sendo reconhecido como quadrinista pelo meio tradicional tendo partido da web. É uma espécie de Moisés das webcomics, que já conseguiu abrir o Mar Vermelho, e agora a galera viu que é possível e quer entender como ele fez isso. :P

    Tamanho dos pés??? Que bobagem! Isso é cartum, oras! Por definição é uma abstração da realidade. Exagero é uma das técnicas mais usadas. Que coisa! :SSS

    Eu sou o quarto que gosta dos sapos então. Mas eu acho que o lance do Sapo Brothers pode ser o seguinte: o leque de assuntos e temas que eles tratam é praticamente ilimitado. Tem tirinha dos Sapos de tudo que é jeito, exceto temática adulta/erótica. Outro dia até o Dr. Solon do brincou com um tuíte meu: "Daqui a pouco o Dourado aparece e diz: 'já fiz tira disso'". E pra não desmentir o doutor, logo ele veio e disse: "tira não, mas já fiz animação". Por isso, acho que pode ser que ele encontre dificuldade em encontrar um viés de identificação com um público específico. Mas eu acho bem legal.

    Paula Traz? Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahah! Esse leitores são uns fanfarrões.

    Aí, Dourado, tá vendo! Não se deprecie, rrrrrrrapaz!!! :') (tema de Love Story).

    E para quem conseguiu chegar ao final do comentário (se está lendo antes de ouvir), uma dica: feche o seu Facebook. No fim do programa faz aquele sonzinho de mensagem do FB chegando, e você vai ficar que nem um tonto procurando na outra aba e se perguntando que porra é essa, até seu cérebro pegar no tranco e perceber que era no áudio do podcast.

    Fui ouvindo e comentando, mals aê se falta coerência e por ficar gigante. :P

    Aqui foram mais espertos que no Café com HQ e o número de caracteres é limitado, mas eu não tenho um pingo de preguiça de jogar no word, contar as letras e dividir o post. :P

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  5. Foi minha primeira participação, gostei muito!Que venha o fim do mundo!

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